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A  FARRA DAS COMUNIDADES DO ORKUT PODE ESTAR PERTO DE FIM;

SOFTWARE GRATUITO PARA AS PEQUENAS E MICRO EMPRESAS;

AGÊNCIAS DE TURISMO E HOTÉIS PODEM VOLTAR A OPERAR CÂMBIO;

 EMPRESAS DE JORNALISMO PODERÃO ENTRAR NO SIMPLES;

BRASIL É 1ª ECONOMIA DA AMERICA LATINA E 11ª DO MUNDO;

LEI GERAL POSSIBILITARÁ O CRESCIMENTO DE SUA EMPRESA.

A FARRA DAS COMUNIDADES DO ORKUT PODE ESTAR PERTO DO FIM


A farra das comunidades do Orkut pode estar perto do fim. Por bem ou por mal. Quem avisa é o Ministério Público Federal, que vai pedir à Justiça a abertura de inquéritos policiais para investigar a ausência do Google na prestação de informações sobre os crimes contra os direitos humanos cometidos por comunidades do seu site de relacionamento Orkut. Procuradores também ameaçam entrar com uma ação civil pública que pode resultar em multas e até na "desconstituição" da empresa no Brasil, hoje com escritório de representação para fins comerciais.


Segundo o procurador Sérgio Suiama, a diretoria do Google poderá ser responsabilizada por desobediência judicial, favorecimento ao crime e participação, como co-autora, na divulgação de pornografia infantil, já que o Orkut hospeda comunidades com conteúdo desse tipo. Uma reunião entre o MPF e a diretoria da empresa no Brasil estava agendada para terça-feira(16), mas foi cancelada pelo Google Brasil. Em carta aos procuradores, o site disse: "Em virtude da recusa desse Ministério Público Federal em realizar uma discussão mais abrangente, com a participação de todos os entes relacionados ao tema."


O Google se refere à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, com a qual o vice-presidente de Desenvolvimento Empresarial e Assessor Jurídico da Google Inc , David Drummond, esteve reunido em 26 de abril deste ano para debater sobre o assunto. Na reunião, o Google se comprometeu a colaborar com as autoridades brasileiras nas investigações. Na época, Drummond disse que um grupo de advogados do site viria ao Brasil em duas semanas para discutir a forma de colaboração.

Em nota divulgada no início da noite desta quarta, representantes do Google Inc. confirmaram presença em outra reunião convocada pela comissão na próxima terça-feira, em Brasília. "Acreditamos que podemos desenvolver um diálogo produtivo no Brasil em conjunto com todas as partes envolvidas e mantemos nosso compromisso de, continuamente, desenvolver ferramentas que permitem aos moderadores de comunidades suprimir usuários anônimos e conteúdos impróprios e estamos à disposição para responder a todas as perguntas relacionadas ao Orkut", informou a nota.

O documento ressaltou ainda que o escritório de representação no Brasil não pode prestar esclarecimentos sobre o conteúdo ilegal pois o Orkut está hospedado em servidores nos Estados Unidos. "Reitera que o Orkut é um serviço do Google Inc. cuja operação está fisicamente baseada nos Estados Unidos e Reino Unido. O Google Brasil é um escritório de vendas que nada tem a ver com as operações do Orkut, não tem acesso às suas informações e não tem controle sobre o serviço."


Sérgio Suiama, no entanto, ressalta que não há problemas com outros provedores americanos - como a Microsoft e o Yahoo - quando é solicitada informação de usuários. "Chegamos no limite da negociação diplomática, agora vamos adotar medidas processuais penais e criminais. O Google causa uma desordem social, depreciação dos valores morais mais caros", disse a procuradora Karen Louisse Kahn. "O Orkut é um paraíso para os pedófilos, para distribuir fotografias, fazer convites, achar dados e endereços das crianças", afirmou Thiago Tavares, presidente da ONG Safernet, que recebe as denúncias de sites com conteúdo criminoso, como racismo, nazismo, homofobia e principalmente pedofilia infantil, hoje a primeira no ranking.

Há no próprio Orkut um mecanismo para denunciar uma comunidade. Desta forma, ela é retirada do ar. "Mas queremos que ela seja retirada do ar e preserve as provas do crime. Com exceção do Google, todos os outros provedores têm feito isso", esclareceu Tavares.

De acordo com ele, não há muito o que comemorar, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual. Das denúncias recebidas entre março e até a manhã de hoje pela ONG, 54%, o correspondente a 12.171, são por pornografia infantil. Apologia e incitação a crimes contra a vida fica em segundo no ranking, com 2.962 denuncias e 13,1% do total. Ao todo, há 20 754 denúncias contra comunidades de Orkut, além de outras 1,8 mil relacionados a outros provedores.


Tavares alertou para um mal que começa a tomar a rede: são os justiceiros. "São crimes para combater crimes", disse. Há técnicas para descobrir senhas, o que pode facilitar a ação de bandidos cibernéticos. Até agora, o MPF pediu a quebra de 17 sigilos de dados telemáticos referentes a 22 comunidades do Orkut, sendo que 12 foram aceitos pela Justiça. O Google forneceu informação de apenas uma até agora. Outras quatro quebras deverão servir de apoio para a abertura de inquérito policial. Na mira do Ministério Público ainda estão outros 28 perfis e duas comunidades.

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SOFTWARE GRATUITO PARA AS PEQUENAS E MICRO EMPRESAS

        Até o início de 2007 empreendedores de micro e pequenas empresas terão acesso a um serviço gratuito de planejamento do negócio, que poderá ser adquirido, via download, nos portais do Banco do Brasil (www.bb.com.br) e do Sebrae Nacional (www.sebrae.com.br). O convênio foi assinado no ultimo dia 7 do corrente mês, no Hotel Blue Tree, em Brasília, com a presença das diretorias das duas instituições.

        Denominado ‘Solução de Gestão Empresarial para Pequenas Empresas’ o software conterá um conjunto de soluções para gerenciar um pequeno negócio e será desenvolvido por empresa a ser contratada por meio de licitação pública. Pelo sistema, o usuário poderá controlar fluxo de caixa, contas a pagar e a receber, nível de estoque, além de organizar cadastro de fornecedores e clientes e realizar a contabilidade do negócio. Aproveite!

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AGÊNCIAS DE TURISMO E HOTÉIS PODEM VOLTAR A OPERAR CÂMBIO

 

Agências de turismo e hotéis podem voltar a pedir licença para operar no mercado de câmbio. A reunião desta sexta-feira (31/03) do Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a retomada das autorizações, que vai ter de ser regulamentada por circular do Banco Central nas próximas semanas. O setor pode voltar a solicitar aprovação do serviço após dois anos de suspensão.

De acordo com o diretor de normas do BC, Sérgio Darcy, à volta de agências e hotéis para o mercado de câmbio ocorrerá com normas mais rígidas. "Elas não poderão funcionar como instituições financeiras e vamos ter de conhecer melhor quem controla o negócio, dar transparência", disse em entrevista coletiva.

Há dois anos, o setor deixou de receber autorização para o serviço de câmbio por suspeitas de irregularidades no setor. "Verificou-se que alguns não atendiam as regras e foram suspensas por atuação indevida", explicou o diretor do BC. Na época da decisão, existiam suspeitas de que algumas casas de câmbio poderiam ser usadas na lavagem de dinheiro.

Fonte - InvestNews                                               Início

EMPRESAS DE JORNALISMO PODERÃO ENTRAR NO SIMPLES

Empresas de jornalismo poderão ser incluídas no Simples Nacional, o sistema de tributação de
Relator da Lei Geral, Luiz Carlos Hauly, e presidente da Fenaj, Sérgio Murillo.

pequenos negócios, institituído pelo projeto da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Mas isso ainda vai depender de acordo entre as lideranças dos partidos na Câmara dos Deputados, onde a proposta está em análise.

A inclusão das empresas de jornalismo no Simples foi solicitada pelo presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, na manhã desta terça-feira (21), ao relator do projeto, deputado Luiz Carlos Hauly.

“No Brasil há cerca de 60 mil jornalistas, dos quais um terço sobrevive de pequenas empresas ou como free-lancers, prestando serviços de comunicação. E a maioria não cresce em virtude dos altos impostos”, disse Sérgio Murillo ao relator, reforçando considerar injusto que estes jornalistas sejam tratados da mesma forma que as grandes agências de comunicação.

A avaliação do sindicalista é de que a inclusão da categoria no Simples está “dentro do espírito da Lei Geral, de geração de emprego, desenvolvimento econômico e incentivo à formalização”, além de ampliar a base de arrecadação tributária.

Hauly disse que incluirá a categoria no Simples, mas lembrou que a manutenção da iniciativa ainda vai depender de negociações com os líderes dos partidos na Câmara. Inclusive porque as alterações ao texto da Lei Geral deverão ser apresentadas em Plenário por meio de uma emenda substitutiva aglutinativa, que deverá ser assinada por ele e pelos líderes partidários.

O projeto da Lei Geral está com processo de discussão aberto pelo Plenário da Câmara. A previsão de Hauly é que a votação aconteça na próxima semana. “Precisamos resolver logo!”, reforçou.                   Fonte: SEBRAE

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BRASIL É 1ª ECONOMIA DA AMERICA LATINA E 11ª DO MUNDO

O Brasil recuperou a posição de maior economia da América Latina em 2005, depois de permanecer atrás do México entre 2001 e 2004. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 796 bilhões, o País passou também de 15ª para 11ª maior economia do mundo no ano passado, ultrapassando além do México, Holanda, Austrália e Índia.

 

A forte valorização do Real frente o dólar norte-americano - 16,8% em 2005, a maior taxa desde a implantação do Plano Real, em 1994 - foi fator determinante para a subida no ranking. A taxa de inflação de 5,2% e o até mesmo o pequeno crescimento do PIB em 2005 (2,3%), ajudaram o Brasil a subir no ranking.

 

Os dados foram divulgados hoje pela Austin Rating e o ranking foi elaborado com base em dados de 155 países, disponibilizados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

As três primeiras colocações no ranking mundial permaneceram inalteradas: Estados Unidos, Japão e Alemanha.

 

No ranking da América Latina, aparecem depois do Brasil, o México com PIB de US$ 758,1 bilhões, e a Argentina, com US$ 177,3 bilhões.

 

A primeira colocação entre as maiores economias da América Latina foi ocupada pelo Brasil durante 17 anos (de 1985 a 2000) no período entre 1980 e 2005.

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LEI GERAL POSSIBILITARÁ O CRESCIMENTO DE SUA EMPRESA

A Comercial Industrial do Planalto é uma pequena indústria de armários para quarto e cozinha, do Distrito Federal. Atualmente tem 35 empregados e a produção média de armários caiu para 300 metros cúbicos. Só que há cerca de dois anos a empresa produzia mais: tinha 60 empregados e chegou a produzir entre 400 a 500 metros cúbicos de armário ao mês.

Os números são citados pelo proprietário, Cláudio da Costa Vargas, para exemplificar as dificuldades enfrentadas e da esperança que deposita na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas para retomar o crescimento da empresa. Segundo ele, se o projeto da Lei for aprovado, mantendo as garantias previstas para o segmento, “será um novo ponto de partida para as micro e pequenas empresas do País”.

Entre as vantagens do projeto da Lei, o empresário cita a desburocratização, como do registro da empresa e da arrecadação tributária, e a criação do Simples Nacional que assegura, por exemplo, teto da receita bruta anual das empresas de até R$ 2,4 milhões para inclusão no Sistema, conforme já estabelecido na Medida Provisória 275/05 e negociado entre parlamentares e governo.

“O ideal era que fossem os R$ 3,6 milhões, previstos no projeto original, mas os R$ 2,4 milhões já abrem espaço para que a empresa possa se estabilizar e começar a crescer”, afirma. Ele conta que, antes, mesmo tendo mercado, a luta era para reduzir a produtividade da empresa e evitar que fosse excluída do Simples, o atual sistema simplificado de tributação do segmento.

“Se saísse, teria um aumento imediato de 10% a 15% na carga tributária, dificultando a vida da empresa”, diz explicando que o freio no crescimento era necessário porque os impactos da inflação ampliavam a receita bruta anual da empresa. “Mesmo que isso não significasse lucro, aumentava a receita e isso poderia resultar na exclusão do Simples”, esclarece.

Com a Lei Geral, ele vai poder “estabilizar a empresa e buscar a ampliação do negócio” aberto por seu pai já falecido, Deusdedit, na época da fundação de Brasília. A empresa com mais de 40 anos foi aberta como de ferragens e outros materiais de construção.

Há 25 anos tocando o empreendimento com a irmã, Tânia Maria, Cláudio Vargas conta que está “cansado de trabalhar praticamente sem ganhar dinheiro”, mas que vê, na Lei Geral, alento e esperança. O problema, agora é a demora na aprovação do projeto, destaca. “A aprovação dessa Lei já está atrasada, isso deveria ter acontecido no ano passado”, conclui.

Formalidade

O primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), empresário Ricardo Caldas, também aposta na aprovação da Lei Geral para possibilitar o desenvolvimento dessas empresas. Segundo ele, os benefícios garantidos no projeto da Lei, como a simplificação tributária, incentivarão a formalização dos pequenos negócios.

“Pesquisa do IBGE, de 2005, mostrava que mais de 90% das empresas urbanas do Distrito Federal com menos de cinco empregados estavam na informalidade. Há estimativas que 45% da economia brasileira está na informalidade. A Lei Geral é instrumento fundamental para incentivar a formalização dessas empresas”, explica.

Tramitação

O projeto da Lei Geral tem por base proposta elaborada pelo Sebrae que leva em conta reivindicações do segmento. Ele estava na pauta de convocação extraordinária do Congresso Nacional, encerrada no último dia 14, mas teve apenas o processo de discussão aberto pelo Plenário da Câmara dos Deputados. No último dia 15, o presidente da Casa, deputado Aldo Rebelo, reafirmou apoio ao projeto e disse que “o mais provável” é que seja votado em abril.

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